MÉDICOS revelam que engolir o sêmen do seu parceiro pode faz...Ver mais


 Engolir esperma ou não? Na hora do sexo, esse é um ponto que sempre gera polêmicas e dúvidas. Mas, independentemente da sua vontade, saiba que esperma (ou sêmen) por si só não oferece risco —mas também não existe comprovação científica de que traga algum benefício.

O líquido, produzido pelas glândulas vesícula seminal e próstata, é composto por uma série de substâncias, como proteína, frutose, vitaminas e minerais, além do espermatozoide, e nenhuma delas é prejudicial.

muito, mas muito esperma.

Dá alergia?

Embora se fale pouco sobre o assunto, algumas pessoas são alérgicas ao líquido que sai do pênis. O sêmen é altamente proteico e tem tantas substâncias que podem gerar um processo alérgico em indivíduos mais sensíveis. Isso é mais comum no sexo anal ou vaginal, mas pode acontecer no oral.

A literatura científica descreve essa condição como rara e, quando ocorre, é mais frequente nas mulheres.

Entre os principais sintomas estão vermelhidão, coceira, queimação e/ou inchaço nos locais que tiveram contato com o fluído.

Em casos mais graves, provoca diarreia e dificuldade para respirar.

Dá para melhorar o gosto e o cheiro do esperma?

Engolir o esperma acaba sendo um problema para alguns por causa do gosto e do cheiro considerados ruins. A boa notícia é que existem evidências de que é possível melhorar essas duas condições fazendo alterações nos hábitos alimentares.

Por exemplo, ao evitar o consumo exagerado e recorrente de alho, corantes, frituras, álcool, cafeína e produtos picantes, condimentados e amargos, e acrescentar na dieta alimentos como canela, gengibre e frutas, sobretudo abacaxi, tanto o sabor quanto o odor do líquido ficam mais leves e até mesmo adocicados.

É importante destacar que cuidar muito bem da saúde, inclusive a íntima, também é fundamental nesse processo. Essa ação sozinha já garante que ele tenha fragrância e gosto mais agradáveis.

Fontes: Alex Meller, professor da disciplina de Urologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e membro do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein (SP); e Daniel Suslik Zylbersztejn, médico do Departamento de Sexualidade e Reprodução da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia).

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